Adivinhar as grandes oportunidades de mercado que obterão destaque para os próximos 10 anos não é uma tarefa fácil. É preciso realizar análises mercadológicas, estratégicas e financeiras, observando as tendências e com isso desenvolver um projeto de viabilidade para investir nas áreas identificadas. Considerando as tendências existentes para os próximos 10 anos, principalmente no Brasil, caso fosse desenvolver um novo negócio, me atentaria às possíveis oportunidades que mencionarei a seguir.
Serviços: de acordo com a nova metodologia de cálculo do IBGE, os serviços passaram a corresponder a 66,7% do PIB.
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Empreendedores são pessoas que querem mais do que apenas uma casa, um carro e sossego na vida. Tem o desejo de mudar as coisas, fazer algo novo ou melhorar o que existe. É o chamado comportamento empreendedor. Desenvolver estas características é indispensável para o sucesso de qualquer negócio.
O índice de mortalidade de empresas no Brasil é preocupante. Segundo o SEBRAE 32% das empresas iniciantes morrem no primeiro ano, chegando a 71% até o quinto ano de vida.
Ao contrário do que muita gente pensa, o que leva uma empresa ao fechamento não são os impostos ou a necessidade de crédito, mas principalmente a falta de preparo, informação, planejamento e conhecimento específico sobre o negócio.
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Há uma evidente preocupação por parte de muitos jovens com relação à escolha de suas profissões. O principal motivo de tantas apreensões é com relação a um fenômeno chamado "mercado de trabalho". Muitos deles já ouviram falar muito nisto, mas ainda não compreendem bem o que é. Tentarei explicar da melhor maneira possível.
Por que se chama "mercado de trabalho"?
Em qualquer tipo de mercado, quanto maior for a quantidade de um produto a ser comercializado, menor será o preço se a procura se mantiver no mesmo nível. Porém, se a procura pelo produto for maior do que a quantidade disponível à venda, o preço tende a ser menor.
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As informações sobre a falta de vagas e o número cada vez maior de candidatos a empregos, que surgem frequentemente nos noticiários, deixam evidentemente os desempregados, especialmente os jovens que buscam seu primeiro emprego, muito preocupados. Na tentativa de evitar a concorrência por vagas para trabalhar, muitos são os jovens que se lançam ao empreendedorismo, tentando iniciar uma atividade por conta própria, sem precisar de um contratador, um "patrão".
Um dia destes, vi no "Yahoo! Respostas" uma pergunta de um jovem que começou a vender roupas e se interessou a fazer desta atividade seu meio de "ganhar a vida". Pela pergunta que ele fez, percebi que ele vem cometendo o mesmo erro que a maioria das pessoas que buscam iniciar seu próprio negócio comete: achar que, para manter sua atividade, basta simplesmente comprar e vender coisas - no caso daquele rapaz, roupas.
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Recebi hoje um texto enviado por Elizabeth de Castro, especialista em gerenciamento profissional e empresarial que tem realizado várias palestras. O texto me chamou a atenção porque confirma muito do que já tenho publicado neste blogue. O que ela tem observado ao longo de sua experiência é, como vocês verão, o que eu também tenho observado, mas desta vez com a confirmação de uma experiente diretora de uma empresa especializada nessa área.
Se você deseja realmente alcançar metas, viver sonhos, aqueles ideais que pulsam dentro do peito, mas que na realidade ainda estão longe de serem realizados, precisa fazer alguma coisa. Comece por estabelecer um foco, e não negociá-lo. O foco de fazer de sua vida uma experiência de conquistas e realizações.
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